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Quinteto de
percussão da amazônia
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O nome TACAP, foi inspirado
no poema “O Canto do Guerreiro”
de Gonçalves
Dias
( Poeta,
filólogo e
historiador Brasileiro )
“
Valente na guerra
Quem há como eu sou?
Quem
vibra o tacape com mais valentia?
Quem
golpes daria
fatais
como eu dou ?
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Guerreiros,
ouvi-me;
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Quem há, como eu sou ? ”
*TACAPE =
é um pedaço de tronco de árvore,
pesado, que
manejado
com destreza,
servia para medir a força do seu possuidor.
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« Artigo 107. É proibido, sob pena de 30.000
réis de multa.
Parágrafo 1.°.Fazer bulhas, vozerias
e dar altos gritos sem necessidades.
Parágrafo 2.°.Fazer batuques ou
samba.
Parágrafo 3.°.Tocar tambor, corimbó ou qualquer instrumento
que pertube
o sossego durante a noite ».
(Apud Vicente Salles e Marena
Isdelski in artigo
« Carimbó: trabalho e lazer do caboclo »,
cit., p. 260. )
....... no comment.....!!
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Biografía
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- Formado por músicos
brasileiros com o apoio da Fundação Carlos
Gomes (Belém), o TACAP – Quinteto
de Percussão da Amazônia- apresenta um repertório
variado que a música
clássica, contemporânea, folclórica
e popular , escritas e(ou) arranjadas para percussão. Aqui não
temos roda-de-samba e nem frenesi histérico; tudo
é perfeito. Este quinteto
utiliza partitura, respeitando o que está escrito.
Como na música clássica , tudo está
na interpretação e na qualidade da escritura
(Mozart existe para percussao !).Os concertos são
mágicos, com alguns instrumentos
curiosos, vindos de diferentes partes do mundo, ou às
vezes, sem instrumentos ! O corpo ( sem utilizar a voz)é
suficiente , e está escrito na partitura ! Surpreendente,
curioso, encantador, escravizando o público tanto
pela excelente interpretação
dos cinco músicos, quanto pela qualidade e a diversidade
do seu repertório.
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Escreva
o que você pensa do trabalho
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Integrantes
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Cláudia
Oliveira
DIRETORA
ARTÍSTICA
A percussionista
Cláudia Oliveira é uma das intérpretes
brasileiras mais reconhecidas do cenário artístico
internacional.Sua formação,
em percussão, foi feita no Brasil (UNESP) e
no México (CNA).
Ex-integrante
do grupo Piap (Br) e Tambuco (Mx).
Ganhadora de inúmeros
prêmios e reconhecimentos nacionais e estrangeiros,
entre eles o 1° prêmio no Concurso Internacional
“ Jovens Solistas” da Orquestra Sinfônica de Porto
Alegre (Br.) ; 1° prêmio do Concurso “Música
Criativa” em Londrina(Br.), etc...
A partir de 2003 Cláudia
Oliveira opta por viver em França, onde ela faz concertos
como solista e integra diferentes formações
camerísticas.
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Claudio
Costa
Formado
em percussão pela Fundação
Carlos Gomes, Claudio Costa já
participou de oficinas, masterclasses, concertos com diversos
artistas de renome nacional e internacional. Atualmente
é integrante da Amazônia Jazz Band, Banda Sinfônica
da F.C.G.,Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz ,
professor e membro do grupo de percussão da F.C.G.,
Comboquinteto e Tacap.
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Hélvio
Mendes
Estudante
de percussão na Fundação Carlos Gomes,
Hélvio Mendes integra desde 2001 o grupo de percussão
e a Banda Sinfônica da mesma fundação
em que estuda. Fez algumas participações na
Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz e atualmente
é integrante do Tacap.
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Marcos
Matos
Atualmente
estudante de percussão na UNESP, integrante
do grupo PIAP e do Tacap, Marcos Matos é um
dos mais jovens talentos do Brasil, participando em muitos
festivais. No ano de 2005, Marcos Matos foi selecionado
,em concurso ,para integrar a Orquestra Sinfônica
Brasileira e realizar com esta , alguns concertos.
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Ricardo
Aquino
co-diretor artÍstico
Percussionista
paulista, formado pela UNESP. Ganhador de inúmeros
prêmios. Desde 1996 é professor e diretor
do grupo de percussão da Fundação Carlos
Gomes. Atualmente Ricardo Aquino é chefe do naipe
de percussão da Orquestra Sinfônica do Theatro
da Paz, Maestro da Amazônia Jazz Band, integrante
do Economic quartet, Comboquinteto e Tacap.
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